Diagnóstico tributário
Raio-X da carga atual: regime, alíquotas aplicadas, créditos aproveitados e obrigações entregues. É o ponto de partida de todo trabalho.
A Vórtice cuida da parte mais cara da sua operação: os tributos. Revisamos o que sua empresa já pagou, corrigimos o que está sendo pago a maior e preparamos o caminho até a nova ordem tributária que entra em vigor entre 2026 e 2033.
Atuamos nas duas pontas: no passado, revisando o que já foi recolhido; e no presente, organizando regime, obrigações e processos para que o erro não se repita.
Raio-X da carga atual: regime, alíquotas aplicadas, créditos aproveitados e obrigações entregues. É o ponto de partida de todo trabalho.
Revisão dos últimos cinco anos em busca de tributo pago a maior — PIS/COFINS, ICMS-ST, contribuição previdenciária sobre verbas indenizatórias, entre outros.
Comparação entre Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real com os números reais da empresa, incluindo fator R, sublimites e segregação de atividades.
Organização das obrigações acessórias — SPED, EFD-Contribuições, EFD-Reinf, DCTFWeb — e resposta a intimações e malha fiscal.
Leitura de impacto do IBS e da CBS no seu preço, no seu crédito e no seu contrato, com plano de adequação por etapa do cronograma.
Impugnação de autos de infração, recursos e acompanhamento de processo administrativo nas esferas federal, estadual e municipal.
“Análise, planejamento,
soluções e crescimento.”
A Vórtice Estratégia e Inteligência Tributária nasceu em Aracaju para ocupar um espaço que quase sempre fica vazio: o meio de campo entre a empresa que quer crescer e a contabilidade que cuida da rotina. Não substituímos o seu contador — trabalhamos com ele, trazendo revisão técnica, comparação de cenários e um plano com prazo e responsável.
PIS, COFINS, IPI, ICMS e ISS estão sendo substituídos pela CBS (federal) e pelo IBS (estadual e municipal). A transição é longa e cheia de armadilhas de caixa: crédito que muda de lógica, preço que precisa ser recalculado, contrato de longo prazo assinado com a regra antiga.
Quem entender o impacto antes vai negociar melhor. Quem deixar para 2027 vai descobrir a conta pelo extrato.
CBS a 0,9% e IBS a 0,1%, compensáveis com PIS/COFINS. O que vale mesmo aqui é a adequação de sistema, cadastro e documento fiscal.
PIS e COFINS são extintos, o IPI é zerado (com exceções ligadas à Zona Franca) e entra em cena o Imposto Seletivo.
ICMS e ISS caem por fração a cada ano enquanto o IBS sobe na mesma proporção. Quatro anos com dois sistemas convivendo na mesma nota.
ICMS e ISS deixam de existir. Fica valendo apenas o modelo IBS/CBS, com crédito financeiro amplo e cobrança no destino.
Reunimos guias, declarações, arquivos do SPED e o contrato social. Nada começa sem base documental.
Conferimos o que foi recolhido contra o que era devido, apuramos créditos e medimos o risco de cada ponto.
Você recebe o relatório com valores, o caminho recomendado, o prazo e quem executa cada parte.
Implantamos junto com a contabilidade e o financeiro, e acompanhamos até o valor aparecer no caixa.
Empresas com muita nota, muita folha ou muita mercadoria tendem a acumular erro fiscal. É onde a revisão costuma pagar o próprio custo.
Não. A consultoria atua ao lado da contabilidade que você já tem. Nosso papel é a revisão técnica e a estratégia; a rotina contábil segue com quem sempre cuidou dela.
Depende do volume de documentos e do regime da empresa. Na conversa inicial informamos o prazo estimado antes de qualquer contratação.
Vale. Erro de anexo, fator R mal calculado, receita segregada de forma errada e ICMS-ST pago indevidamente sobre produto monofásico são achados comuns em empresas do Simples.
Quando é feita com base em documento e em entendimento consolidado, sim. Evitamos tese frágil: crédito aproveitado hoje e glosado depois vira multa, juros e dor de cabeça.
Sim. O escritório fica em Aracaju e boa parte do trabalho é documental, o que permite atender empresas de outros estados com reuniões on-line.
Uma conversa de trinta minutos já mostra se existe crédito a recuperar ou risco a corrigir.